Também conhecido como: Glicemia de jejum
O exame de glicose em jejum mede a concentração de açúcar (glicose) no sangue após um período de jejum, geralmente de 8 a 12 horas. A glicose é a principal fonte de energia das células e seus níveis são regulados pela insulina, hormônio produzido pelo pâncreas.
É solicitado para rastreamento e diagnóstico de diabetes mellitus tipo 1 e tipo 2, pré-diabetes, e para monitoramento do controle glicêmico em pacientes já diagnosticados. Faz parte dos exames de rotina recomendados a partir dos 45 anos ou antes em pessoas com fatores de risco.
• Normal: até 99 mg/dL • Pré-diabetes (glicemia de jejum alterada): 100–125 mg/dL • Diabetes: ≥ 126 mg/dL (em duas medições) Valores podem variar conforme o laboratório e método utilizado.
Glicose elevada (hiperglicemia) pode indicar diabetes mellitus, pré-diabetes, estresse metabólico, uso de certos medicamentos (corticoides), síndrome de Cushing ou pancreatite. A hiperglicemia crônica está associada a complicações nos rins, olhos, nervos e vasos sanguíneos.
Glicose baixa (hipoglicemia), abaixo de 70 mg/dL, pode causar tontura, tremores, sudorese, confusão mental e, em casos graves, perda de consciência. Pode ser causada por excesso de insulina, jejum prolongado, exercício intenso ou uso de certos medicamentos.
Procure avaliação médica se sua glicose em jejum estiver acima de 100 mg/dL, se apresentar sintomas como sede excessiva, urinação frequente, perda de peso inexplicada, visão turva ou fadiga intensa.
Aviso: Conteúdo educativo. Não substitui avaliação médica.